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29/05/1474 Portugal vive o fim de semana mais sangrento da história da Europa




Coimbra (KAP)

O nó estratégico situado dois nós a leste da Guarda, no cruzamento dos caminhos para Coimbra, Lisboa e Castela, foi reclamado como conquistado pelas forças da O.N.E. e pelos seus aliados, depois dos combates ocorridos entre 22 e 23 de maio. A conquista, porém, continua acompanhada por uma intensa disputa sobre os números da batalha, as perdas de cada lado e a leitura política do avanço no terreno. A essas dúvidas somam-se agora as notícias vindas de Chaves, onde a madrugada de domingo, de 24 para 25 de maio, poderá ter transformado este fim de semana num dos mais sangrentos, senão o mais sangrento, da história da Europa.

Segundo os primeiros relatórios recebidos por este jornalista, o combate de 22 de maio terá provocado trinta e dois mortos e pelo menos catorze feridos do lado francês, números ainda não necessariamente definitivos. O mesmo relatório indicava ainda a destruição dos exércitos franceses de Mogi, White e Helsinki, enquanto o lado atacante teria sofrido dez mortos.

A partir dessas informações, foi inicialmente noticiado que as forças francesas tinham sofrido um golpe severo em Portugal. No dia seguinte, 23 de maio, novas informações indicaram que o nó perto da Guarda tinha sido reclamado como conquistado. Também foi comunicado que o exército de Miramaz deixou a linha ativa, por dissolução voluntária, alegadamente para permitir uma retirada mais rápida em direção ao Reino de Castela e Leão. Com esse movimento, dos sete exércitos franceses que se encontravam em operações em Portugal, quatro deixaram de estar ativos: Mogi, White, Helsinki e Miramaz. Permanecem, segundo as informações disponíveis, três exércitos franceses em território português: Violant, Trixolas e Lysianne.

A versão oposta, porém, foi apresentada por Tuzun Astur, que afirmou ter permanecido no nó durante o combate de 22 de maio e sustentou que os exércitos “O.N.E. Killer’s High”, comandado por Ivy, e “O.N.E. The Scourge”, comandado por Letyzia, foram repelidos nesse dia. Segundo Tuzun, a retirada posterior das forças defensoras não anularia o resultado da batalha anterior, que descreveu como uma derrota tática da O.N.E., com perdas graves. Na mesma intervenção, Tuzun divulgou uma lista de nomes que atribuiu a 28 mortos confirmados e 11 feridos graves do lado da O.N.E. e dos seus aliados.

Antes dessa intervenção, uma personagem secundária também tinha publicado uma lista alternativa, falando em 23 mortos e 16 feridos do lado da O.N.E. Nessa lista, alguns nomes que Tuzun apresentou como mortos surgiam classificados como feridos, o que mostra que a contagem continua longe de estar estabilizada. A disputa passou, assim, a ter duas camadas. A primeira é militar: quem venceu o combate de 22 de maio e a que custo. A segunda é narrativa: se a ocupação do nó em 23 de maio deve ser lida como vitória operacional da O.N.E. ou como ocupação posterior de uma posição abandonada após uma retirada franco-ibérica.

Justinian respondeu à tese da “retirada organizada” em tom direto, afirmando que a palavra correta seria “rout”, ou seja, debandada. Segundo ele, quatro bandeiras caíram e as três restantes terão recuado com tal rapidez que, nas suas palavras, “quebraram” a capacidade normal de movimento de dois nós por dia. A discussão abriu ainda espaço para uma resposta de Dunlop, que contestou a afirmação de Justinian sobre o direito dos territórios portugueses à autodeterminação. Dunlop perguntou o que a O.N.E. faz em Portugal se o conflito deve ser resolvido pelos portugueses, afirmando que apenas um pequeno grupo no Porto e em Coimbra desejaria a sua presença. A resposta mostra que, além das baixas e dos nós, a guerra continua também a ser travada sobre a legitimidade de quem fala em nome de Portugal.

No domingo, 24 de maio, publicou-se igualmente uma carta dirigida a Sua Majestade Ines Alvarez de Toledo Josseliniere, Rainha de França. Na missiva, assinada por Constant de Rubempré, Alto Chanceler da Irlanda e líder da Legião THUG da O.N.E., responde-se ao recente pronunciamento francês sobre Portugal e acusa-se a Coroa francesa de tentar apresentar a campanha como resistência heroica quando, segundo ele, se trata de uma invasão falhada.

Na carta, afirma-se que a França não obteve até agora uma única vitória militar em Portugal e volta-se a destacar a destruição dos exércitos de Mogi, Helsinki e White. Também se enviam, em tom irónico, votos de recuperação a Miramaz, que o autor diz ter caído pela terceira vez diante das suas forças. O texto inclui uma longa lista de 46 nomes atribuídos a mortos e feridos franceses. O texto não separa quantos são mortos e quantos são feridos. Além disso, fora essa lista, menciona “mais de 30” soldados franceses e espanhóis enforcados após terem sido capturados.

A carta vai além da frente portuguesa: acusa os líderes franceses de travarem contra a Irlanda uma guerra de ego, não de necessidade estratégica, e afirma que a O.N.E. não pretende ocupar cidades, províncias ou coroas francesas. Segundo ele, a guerra em Portugal não é uma guerra contra a O.N.E., mas uma guerra francesa de conquista, travada contra a vontade profunda das terras que diz proteger.

A esse quadro somaram-se novas informações vindas da frente de Chaves. Durante a noite de domingo, 24 de maio e a madrugada de segunda-feira, seis exércitos franceses, espanhóis e italianos terão lançado um ataque contra a posição. Segundo dois relatos recebidos de Apyr de Semper Fidelis e de Justinian da O.N.E., o resultado foi extremamente pesado para os leais a Lisboa: 142 mortos e 64 feridos, totalizando 206 baixas. Este jornalista teve acesso a uma lista inicial de nomes que apontava para 137 mortos, mas está ainda por receber os cinco nomes adicionais incluídos no balanço final, bem como a lista dos 64 feridos. A confirmar-se este balanço, tratar-se-á de uma das maiores, senão a maior, contagem de baixas conhecida até agora na história da Europa. Apyr de Semper Fidelis, ofereceu-se entretanto para conceder uma entrevista a este meio, que será publicada em breve.

Do lado português, até ao momento da redação deste texto, a Coroa não publicou números oficiais sobre a batalha perto da Guarda nem sobre os acontecimentos de Chaves. Não há ainda um balanço régio que separe mortos de feridos, exércitos destruídos de exércitos retirados, perdas confirmadas de perdas alegadas. Em tempo de guerra, nenhum governo é obrigado a revelar movimentos futuros ou posições militares sensíveis. Mas, depois de batalhas já discutidas em praça pública por inimigos, aliados e gazetas internacionais, o silêncio oficial deixa espaço para que outros escrevam a primeira versão dos acontecimentos.

O que se pode afirmar neste momento é que o nó estratégico perto da Guarda foi reclamado como conquistado pela O.N.E. e pelos seus aliados; que quatro dos sete exércitos franceses anteriormente ativos em Portugal já não se encontram na linha; que os números da batalha de 22 de maio continuam em disputa; e que, em Chaves, dois relatos apontam para uma contagem de baixas sem precedente recente nesta guerra. Entre mortos, feridos, retiradas, listas incompletas e relatos concorrentes, a guerra portuguesa confirma uma vez mais que o campo de batalha não termina onde acabam as espadas. Continua nas listas, em praça pública, nas cartas diplomáticas, nas entrevistas prometidas e na memória que cada lado tenta impor antes que a poeira assente.

Brigal para a KAP de PORTUGAL.


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Cours

Product Price Variation
Loaf of bread 4.48 -0.67
Fruit 9.19 0.56
Bag of corn 2.89 -0.01
Bottle of milk 7.96 0
Fish 10.3 -1.55
Piece of meat 18.19 2.42
Bag of wheat 10.34 0.04
Bag of flour 11.23 0.38
Hundredweight of cow 22.29 1.84
Ton of stone 13.82 0
Half-hundredweight of pig 14.4 0
Ball of wool 7.31 -0.38
Hide 14.3 0
Coat N/A N/A
Vegetable 6.93 0.99
Wood bushel 3.94 -0.57
Small ladder 22.5 0
Large ladder 63.75 4.88
Oar 30 0
Hull 28.04 0
Shaft 8 1.25
Boat 82.5 0
Stone 14.39 1.08
Axe 143 -2.5
Ploughshare N/A N/A
Hoe N/A N/A
Ounce of iron ore 17.81 -0.08
Unhooped bucket 22.75 0
Bucket 32.25 -0.25
Knife 12.71 0
Ounce of steel 58 0
Unforged axe blade 70 0
Axe blade 123.13 0
Blunted axe 140.13 0
Hat 47.56 0
Man's shirt 107.2 5.08
Woman's shirt 83.44 0
Waistcoat 139.91 0
Pair of trousers 58.06 0
Mantle 269.98 0
Dress 202.5 0
Man's hose 43 0
Woman's hose 35.62 0
Pair of shoes 21.19 0
Pair of boots 63.75 0
Belt 37.06 0
Barrel 10.15 0
Pint of beer 0.64 0
Barrel of beer 66.29 0
Bottle of wine N/A N/A
Barrel of wine N/A N/A
Bag of hops 13.99 0
Bag of malt N/A N/A
Sword blade 131.56 0
Unsharpened sword 103.13 0
Sword 156.33 0
Shield 35.63 0
Playing cards 63.13 0
Cloak 147.69 0
Collar 57.25 0
Skirt 103.5 0
Tunic 195 0
Overalls 102.44 0
Corset 102.44 0
Rope belt 46 0
Headscarf 53.63 0
Helmet 138.75 0
Toque 47.99 0
Headdress 70.69 0
Poulaine 59.25 0
Cod 17.5 0
Conger eel 11.88 0
Sea bream 15.06 0
Herring 21.34 0
Whiting 18.44 0
Skate 16.38 0
Sole 17.38 0
Tuna 17.69 0
Turbot 18.28 0
Red mullet 18.5 0
Mullet 17.69 0
Scorpionfish N/A N/A
Salmon 18 0
Arctic char N/A N/A
Grayling 17.01 0
Pike 15.43 0
Catfish N/A N/A
Eel 16.81 0
Carp 13.75 0
Gudgeon 17.81 0
Trout 17.94 0
Pound of olives 11.88 0
Pound of grapes 6.61 0.05
Sack of barley 16.88 0
Half-hundred weight of goat carcasses N/A N/A
Bottle of goat's milk 12.81 0
Tapestry 107.19 0
Bottle of olive oil 126.25 0
Jar of agave nectar N/A N/A
Bushel of salt 24.81 0
Bar of clay 2.31 -1
Cask of Scotch whisky 93.75 0
Cask of Irish whiskey 98.75 0
Bottle of ewe's milk 14.07 0
Majolica vase N/A N/A
Porcelain plate N/A N/A
Ceramic tile N/A N/A
Parma ham 92.5 0
Bayonne ham 80.31 0
Iberian ham 79.5 0
Black Forest ham 81.25 0
Barrel of cider 79.06 0
Bourgogne wine 84.38 0
Bordeaux wine 60.63 0
Champagne wine 179.38 0
Toscana wine 75 0
Barrel of porto wine 88.75 0
Barrel of Tokaji 130 0
Rioja wine 108.44 0
Barrel of Retsina 90.63 0
Pot of yoghurt 79.69 0
Cow's milk cheese 75 0
Goat's milk cheese 115 0
Ewe's milk cheese 85.38 0
Anjou wine 40.31 0
Ewe carcass 14.35 0
Mast 434.66 0
Small sail 183.63 0
Large sail 939.58 0
Tumbler of pulque N/A N/A
Jar of pulque N/A N/A