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![]() Lisboa (KAP) A Igreja Aristotélica em Portugal prepara-se para viver um dos momentos mais simbólicos de sua recente reconstrução. Foi anunciada oficialmente a inauguração da Igreja de Santa Ofélia, novo templo erguido em Lisboa e concebido para servir não apenas aos habitantes da capital, mas aos fiéis de todo o Reino de Portugal. Dedicada a Santa Ofélia, Apóstola de Christos, a nova igreja nasce com uma caracterÃstica pouco comum: embora esteja fisicamente situada em Lisboa, terá vocação nacional e poderá acolher cerimônias religiosas destinadas a portugueses de qualquer cidade ou condado. Batismos, matrimônios, pregações, bênçãos e outras celebrações poderão ocorrer no novo templo, que também ficará à disposição dos membros do Clero Português para o exercÃcio de seu ministério. A inauguração acontece em um momento de particular esperança para a Igreja portuguesa. Depois de anos marcados pela escassez de clérigos e pela redução da presença eclesiástica em diversas regiões, novas iniciativas vêm sendo organizadas para aproximar novamente a população da Fé, promover Batismos e encontrar homens e mulheres dispostos a servir à Igreja. Santa Ofélia pretende tornar-se um dos sÃmbolos desse novo perÃodo. O templo permanecerá ligado à Primazia Portuguesa, ainda que, por sua localização, o Arcebispo Metropolitano de Lisboa possua especial responsabilidade por sua guarda e dignidade local. Ao mesmo tempo, encontra-se diante da Santa Sé um pedido para que o novo templo possa futuramente receber do Soberano PontÃfice a dignidade de BasÃlica. Até eventual decisão de Roma, contudo, Santa Ofélia será inaugurada e consagrada como Igreja. Antes de acolher regularmente os sacramentos, o novo templo será solenemente entregue ao serviço do AltÃssimo por meio da cerimônia de Consagração da Igreja de Santa Ofélia . A Santa Igreja convida, portanto, todos os portugueses que puderem comparecer - fiéis, catecúmenos, membros do clero e também aqueles que simplesmente desejem conhecer mais de perto a Fé Aristotélica - a participarem deste momento. Mais do que a abertura de um novo edifÃcio, a consagração de Santa Ofélia pretende marcar a abertura de uma nova etapa. Em uma Igreja que novamente procura seus fiéis, forma novos servidores e reconstrói sua presença entre os portugueses, as portas de Santa Ofélia deverão permanecer abertas para aqueles que desejem rezar, receber os sacramentos ou simplesmente encontrar novamente o caminho até a comunidade aristotélica. Portugal ganha, assim, não apenas uma nova igreja, mas um novo lugar de encontro entre o povo e a Fé. Augusto Bibiano d'Avis, para a KAP de PORTUGAL. ![]() _____________________________________________________________________________________ Artigo JornalÃstico aprovado pelo Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. O que está achando dos nossos artigos e materiais publicados? Quer ser um Redator e fazer parte da Nossa Equipe? Pegue aqui o modelo de Formulário. Apresente o formulário na Sede da KAP Portugal ou envie o formulário, através de Mensagem Privada no Fórum 1, para o Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. Quer fazer valer a tua voz? Precisa de Direito de Resposta? Apresenta o pedido na Sede da KAP Portugal ou na KAP Internacional. Tens alguma violação à Carta da KAP para denunciar? Compareça na KAP Internacional e deixa tua denúncia. Ohh, não conheces a Carta da KAP? Leia a nossa Carta na Sede da KAP Portugal. 25/08/1474 Eleição para o Conselho de Condado de Lisboa: PLU recolhe a maioria absoluta dos assentos.LISBOA (KAP) - A lista Partido Lisboa Unida obtém mais votos na eleição para o Conselho de Condado de Lisboa, obtendo a maioria absoluta dos assentos. Deste modo, poderá governar sozinha. 16/08/1474 Eleição para o Conselho de Condado do Porto: NAv! recolhe a maioria absoluta dos assentos.LISBOA (KAP) - A lista Norte Avante! obtém mais votos na eleição para o Conselho de Condado do Porto, obtendo a maioria absoluta dos assentos. Deste modo, poderá governar sozinha. ![]() Lisboa (KAP) A Congregação para o Novo Apostolado, responsável pela Santa Igreja Aristotélica em Portugal, anunciou nova disciplina para a formação dos catecúmenos que desejam receber o sacramento do Batismo no Reino de Portugal. A medida, dada em Roma no Palazzo dei Convertendi, aos dez dias de agosto de 1474, sob o pontificado de Sua Santidade Sisto IV, procura adaptar a preparação batismal à realidade portuguesa, favorecendo a evangelização e o crescimento do número de fiéis no Reino. O ato foi publicado por Sua Eminência Francesco Maria Sforza, Cardeal-Bispo de Santa Adónia em Trastevere, na qualidade de Alto Comissário Apostólico e Chanceler da Congregação para o Novo Apostolado. Logo no inÃcio, o Cardeal recorda a centralidade do Batismo para a vida aristotélica, definindo-o como "o primeiro e mais importante sacramento que une os fiéis para sempre a toda a Santa Igreja". A novidade não altera a importância do sacramento, nem dispensa a formação dos fiéis. O que muda é o modo pelo qual essa preparação poderá ser realizada no Reino de Portugal. Segundo a Congregação, foi verificado que, na realidade portuguesa atual, seria difÃcil exigir dos fiéis a participação em cursos institucionalizados. Por isso, após ouvir o parecer do clero português, Roma estabeleceu uma solução mais próxima das necessidades locais. Pela nova determinação, "todos os clérigos ordenados em posse de pelo menos o diploma de Pastoral Máxima estão autorizados a ministrar cursos de formação básica em preparação para o Batismo". Esses cursos poderão ser individuais ou em grupo, e deverão incluir, de forma concisa, a explicação do Credo Aristotélico, do Dogma, do Livro das Virtudes e da estrutura da Santa Igreja. A Congregação também esclarece que a medida não elimina a recomendação de estudos mais completos. O decreto reitera "a oportunidade de sugerir aos fiéis, especialmente à queles que manifestem a intenção de servir o Senhor na Santa Igreja, que sigam também o Curso de Pastoral em universidades ou seminários autorizados pela Sé Apostólica". Na prática, a decisão abre caminho para que o clero português ordenado e devidamente formado possa preparar diretamente os catecúmenos para o Batismo, sem depender exclusivamente de cursos formais centralizados na Universidade PontifÃcia. Trata-se de uma medida pastoral de alcance imediato, especialmente importante em um Reino que acaba de atravessar meses de guerra, deslocamentos, rupturas institucionais e enfraquecimento da vida religiosa regular. O texto da Congregação é claro quanto à finalidade da concessão: "Esta possibilidade é concedida com o objetivo de favorecer a evangelização e o crescimento do número de fiéis no Reino de Portugal para maior glória do AltÃssimo e da sua Santa Igreja Aristotélica." A decisão chega em momento sensÃvel para Portugal. Com a reunificação do Reino e a retomada das instituições civis, a Igreja Aristotélica também inicia uma etapa de reorganização de sua presença, de seu clero e de sua missão junto aos fiéis. Ao permitir que clérigos ordenados com Pastoral Máxima ministrem a formação básica para o Batismo, Roma oferece ao clero português um instrumento direto para reconstruir comunidades, acolher novos fiéis e reaproximar a população da vida sacramental. Não se trata, portanto, de reduzir a dignidade do Batismo, mas de remover obstáculos práticos para que ele seja buscado com formação suficiente e zelo pastoral. A exigência permanece: quem deseja ingressar na Santa Igreja deve conhecer as verdades fundamentais da Fé. A adaptação está no caminho, agora mais acessÃvel, para que essa formação chegue aos portugueses onde eles estiverem. Augusto Bibiano d'Avis, para a KAP de PORTUGAL. ![]() _____________________________________________________________________________________ Artigo JornalÃstico aprovado pelo Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. O que está achando dos nossos artigos e materiais publicados? Quer ser um Redator e fazer parte da Nossa Equipe? Pegue aqui o modelo de Formulário. Apresente o formulário na Sede da KAP Portugal ou envie o formulário, através de Mensagem Privada no Fórum 1, para o Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. Quer fazer valer a tua voz? Precisa de Direito de Resposta? Apresenta o pedido na Sede da KAP Portugal ou na KAP Internacional. Tens alguma violação à Carta da KAP para denunciar? Compareça na KAP Internacional e deixa tua denúncia. Ohh, não conheces a Carta da KAP? Leia a nossa Carta na Sede da KAP Portugal. ![]() Lisboa (KAP) O Condado do Porto, recém-reintegrado à autoridade régia após quase um ano de ruptura polÃtica e militar, vive agora uma dessas mudanças pouco ruidosas, mas talvez tão importantes quanto a tomada do castelo. Depois de anos sem a apresentação regular de relatórios completos à população, a nova administração condal retomou a prática de prestar contas públicas sobre a situação financeira e comercial do Condado. A informação é relevante pelo tempo que a separa do último precedente conhecido. Segundo levantamento feito pela KAP, o Gabinete do Tesoureiro do Porto não apresentava relatórios completos à população desde 20 de setembro de 1466. Já o Gabinete do Comissário do Comércio não fazia o mesmo desde 18 de abril de 1467. Em outras palavras, por quase oito anos, uma das principais engrenagens administrativas do norte português funcionou sem que os cidadãos tivessem acesso regular, organizado e completo à s contas do Condado. Esse silêncio atravessou praticamente toda a hegemonia polÃtica do grupo ligado a Vivian Lara Viana, que assumiu o cargo de Condessa do Porto pela primeira vez em janeiro de 1464 e, desde então, manteve ou alternou brevemente o controle condal com outros nomes de seu cÃrculo polÃtico. Não se trata, portanto, de uma lacuna episódica de guerra, nem de uma falha recente causada pelo colapso da secessão. Trata-se de uma longa cultura administrativa em que o governo governava, mas a população pouco via. A nova administração, instalada após a reunificação do Reino e a assunção do Condado pelas forças leais à Coroa, rompeu esse padrão. A Tesouraria publicou relatórios nos dias 19 e 27 de julho. O Comissariado do Comércio, por sua vez, apresentou relatório em 19 de julho, incluindo a evolução do erário em 26 de junho, 3, 9, 16 e 19 de julho. A sequência permite ao cidadão acompanhar não apenas uma fotografia isolada das finanças, mas o movimento dos cofres ao longo das primeiras semanas de reconstrução. A mudança pode parecer burocrática. Não é. Num Condado que atravessou guerra, secessão, fechamento de minas, deslocamento de tropas, esvaziamento de instituições e sucessivas denúncias de dilapidação patrimonial, a publicidade das contas é também uma forma de reconquista polÃtica. Reabrir minas devolve trabalho. Reorganizar mercados devolve circulação. Mas abrir os livros devolve ao povo algo ainda mais elementar: o direito de saber o que foi feito com aquilo que era seu. A imagem dos cofres condais encontrada após a retomada ajuda a explicar a gravidade do momento. No registro consultado pela KAP, o inventário do Condado do Porto apresentava 2.625,61 cruzados, 255 quilos de ferro, 333 quintais de pedra e um único objeto de valor meramente excêntrico: um Nariz de Bruxa Falso. Para um Condado que durante anos reivindicou grandeza, soberania e capacidade de autogoverno, o quadro é, no mÃnimo, constrangedor. Há bens, sim, mas a pobreza do inventário diante das responsabilidades condais evidencia um Estado regional enfraquecido, reduzido e muito aquém do que se esperaria de uma capital polÃtica que sustentou por meses uma causa independentista. Esse achado não surge isolado. A KAP já havia registrado, em Chaves, que livros de contabilidade apontavam a subtração de 1.111,15 cruzados dos cofres públicos por uma prefeita alinhada à causa independentista antes de fugir da cidade. Também na Casa do Povo da cidade do Porto, auditoria anterior revelou uma situação ainda mais dramática: saldo negativo, armazéns praticamente vazios e a memória documental de bens transferidos em outubro de 1473. Agora, ao se olhar para os cofres do próprio Condado, o padrão se amplia. Onde a propaganda falava em libertação, os livros mostram escassez. Onde se prometia justiça, os inventários revelam contas por explicar. Convém distinguir os planos. A pobreza de um cofre, por si só, não condena juridicamente ninguém. Guerras consomem recursos, administrações enfrentam emergências e nem toda redução patrimonial equivale automaticamente a desvio. Mas quando a mesma realidade aparece em diferentes cidades, em diferentes repartições e sob diferentes formas, o fato deixa de parecer acidente e começa a compor um retrato polÃtico. O Porto não emerge da independência apenas vencido militarmente. Emerge, também, com instituições que precisam reaprender a prestar contas. Nesse sentido, a retomada dos relatórios públicos tem valor que ultrapassa a técnica contábil. Ela estabelece uma fronteira entre dois tempos. De um lado, o tempo dos gabinetes fechados, dos governos de grupo, das decisões pouco explicadas e dos cofres conhecidos apenas por quem os administrava. De outro, o tempo que a nova administração promete inaugurar: o dos saldos publicados, das receitas acompanhadas, dos gastos escrutinados e dos responsáveis chamados a explicar o que fizeram, ou deixaram de fazer, com o patrimônio comum. O desafio da nova administração portuense será transformar esse primeiro gesto em prática permanente. Dois relatórios da Tesouraria e um relatório do Comissariado do Comércio não apagam oito anos de opacidade. Mas inauguram um caminho. Se mantidos, permitirão que os cidadãos acompanhem a recuperação do Condado com os próprios olhos, sem depender apenas de proclamações, promessas ou fidelidades polÃticas. Há, também, um efeito simbólico evidente. O Porto foi, desde janeiro de 1464, governado direta ou indiretamente pelo mesmo campo polÃtico que mais tarde se apresentaria como voz da liberdade contra Portugal. Hoje, é justamente a administração que sucedeu esse grupo, chegada após a vitória das forças reais, que recoloca os números diante do povo. A ironia é forte demais para passar despercebida: depois de anos de discursos em nome da autonomia, a primeira grande novidade administrativa da restauração é permitir que os portuenses vejam as contas do próprio Condado. O Conde Dunlop Kalfani Torre prometeu um novo começo ao Porto. A abertura dos livros é um teste concreto dessa promessa. A paz não se consolidará apenas pela ausência de exércitos inimigos nas ruas, nem pela substituição de bandeiras no castelo. Ela dependerá da reconstrução paciente de confiança entre governantes e governados. E confiança, em polÃtica, começa muitas vezes por algo simples: mostrar o cofre, explicar a receita, justificar a despesa. A partir de agora, os livros estão abertos. Resta saber o que mais eles ainda terão a dizer. Augusto Bibiano d'Avis, para a KAP de PORTUGAL. ![]() _____________________________________________________________________________________ Artigo JornalÃstico aprovado pelo Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. O que está achando dos nossos artigos e materiais publicados? Quer ser um Redator e fazer parte da Nossa Equipe? Pegue aqui o modelo de Formulário. Apresente o formulário na Sede da KAP Portugal ou envie o formulário, através de Mensagem Privada no Fórum 1, para o Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. Quer fazer valer a tua voz? Precisa de Direito de Resposta? Apresenta o pedido na Sede da KAP Portugal ou na KAP Internacional. Tens alguma violação à Carta da KAP para denunciar? Compareça na KAP Internacional e deixa tua denúncia. Ohh, não conheces a Carta da KAP? Leia a nossa Carta na Sede da KAP Portugal.
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| Product | Price | Variation |
| Loaf of bread | 4.56 | -0.28 |
| Fruit | 9.92 | 0 |
| Bag of corn | 3.7 | 0.87 |
| Bottle of milk | 9.48 | 0.11 |
| Fish | 20.26 | 0.06 |
| Piece of meat | 12.25 | 0.13 |
| Bag of wheat | 10.89 | -0 |
| Bag of flour | 12.88 | 1.64 |
| Hundredweight of cow | 20.53 | 0.33 |
| Ton of stone | 10.44 | -0 |
| Half-hundredweight of pig | 15.41 | 0.05 |
| Ball of wool | 10.86 | -0.14 |
| Hide | 16.32 | -0.06 |
| Coat | 49.5 | 0 |
| Vegetable | 9.38 | -0.18 |
| Wood bushel | 4.19 | 0.08 |
| Small ladder | 20.18 | 0 |
| Large ladder | 68.02 | 0 |
| Oar | 20 | -0 |
| Hull | 36.49 | 0 |
| Shaft | 8.16 | -0.14 |
| Boat | 99.33 | 0.63 |
| Stone | 18.32 | -0.11 |
| Axe | 150.74 | 0 |
| Ploughshare | 38.44 | 0 |
| Hoe | 30 | 0 |
| Ounce of iron ore | 11.52 | 0.2 |
| Unhooped bucket | 21.88 | 0 |
| Bucket | 37.73 | 0 |
| Knife | 17.89 | 0 |
| Ounce of steel | 49.04 | -0.06 |
| Unforged axe blade | 53.91 | 0 |
| Axe blade | 116.44 | 0 |
| Blunted axe | 127.79 | -2.51 |
| Hat | 53.38 | 0.08 |
| Man's shirt | 119.57 | 0.12 |
| Woman's shirt | 121.14 | 0 |
| Waistcoat | 141.4 | 0 |
| Pair of trousers | 74.61 | -0.09 |
| Mantle | 257.82 | 0 |
| Dress | 265.04 | -0.2 |
| Man's hose | 45.63 | -0 |
| Woman's hose | 44.32 | 0 |
| Pair of shoes | 27.53 | -0.01 |
| Pair of boots | 86.57 | 0 |
| Belt | 45.2 | -0 |
| Barrel | 12.02 | 0 |
| Pint of beer | 0.82 | 0 |
| Barrel of beer | 66.51 | 2.5 |
| Bottle of wine | 1.66 | 0 |
| Barrel of wine | N/A | N/A |
| Bag of hops | 19.34 | 0 |
| Bag of malt | 10 | 0 |
| Sword blade | 101.19 | 0 |
| Unsharpened sword | 169.69 | 0 |
| Sword | 146.48 | -0.07 |
| Shield | 36.91 | 0 |
| Playing cards | 73.55 | -0 |
| Cloak | 180.72 | 0 |
| Collar | 68.35 | -0.06 |
| Skirt | 135.35 | 0 |
| Tunic | 222.36 | 0 |
| Overalls | 115.73 | 0 |
| Corset | 117.2 | 0 |
| Rope belt | 53.86 | 0 |
| Headscarf | 60.73 | 0 |
| Helmet | 164.91 | 0 |
| Toque | 48.61 | 0 |
| Headdress | 79.65 | 0 |
| Poulaine | 64.02 | 0 |
| Cod | 11.36 | 0 |
| Conger eel | 12.81 | 0 |
| Sea bream | 18.31 | 0 |
| Herring | 17.43 | 0 |
| Whiting | 17.42 | 0 |
| Skate | 12.16 | 0 |
| Sole | 18.11 | 0 |
| Tuna | 12.51 | 0 |
| Turbot | 18.02 | 0 |
| Red mullet | 16.53 | 0 |
| Mullet | 12.47 | -0 |
| Scorpionfish | 20.5 | 0 |
| Salmon | 16.51 | 0 |
| Arctic char | 12 | 0 |
| Grayling | 14.77 | 0 |
| Pike | 17.6 | 0 |
| Catfish | N/A | N/A |
| Eel | 15.09 | 0 |
| Carp | 17.98 | 0.03 |
| Gudgeon | 17.68 | -0.04 |
| Trout | 17.51 | 0 |
| Pound of olives | 13.38 | 0 |
| Pound of grapes | 9.18 | 0 |
| Sack of barley | 10.67 | 0 |
| Half-hundred weight of goat carcasses | 18.99 | 0 |
| Bottle of goat's milk | 12.81 | 0 |
| Tapestry | 143.6 | 0 |
| Bottle of olive oil | 121.94 | -0 |
| Jar of agave nectar | N/A | N/A |
| Bushel of salt | 19.89 | 0 |
| Bar of clay | 3.43 | -0 |
| Cask of Scotch whisky | 93.32 | -0 |
| Cask of Irish whiskey | 131.27 | 0 |
| Bottle of ewe's milk | 10.57 | 0 |
| Majolica vase | 10 | 0 |
| Porcelain plate | N/A | N/A |
| Ceramic tile | N/A | N/A |
| Parma ham | 84.97 | 0 |
| Bayonne ham | 34.65 | -0 |
| Iberian ham | 70.28 | 0 |
| Black Forest ham | 54.72 | 0 |
| Barrel of cider | 51.16 | 0 |
| Bourgogne wine | 76.22 | 0 |
| Bordeaux wine | 60.89 | 0.31 |
| Champagne wine | 141.21 | -5.25 |
| Toscana wine | 33.69 | 0 |
| Barrel of porto wine | 87.44 | 0 |
| Barrel of Tokaji | 163.71 | 0 |
| Rioja wine | 159.19 | 0 |
| Barrel of Retsina | 36.79 | -0 |
| Pot of yoghurt | 85.17 | -0 |
| Cow's milk cheese | 77.07 | 0 |
| Goat's milk cheese | 85.06 | 2.5 |
| Ewe's milk cheese | 52.26 | 0 |
| Anjou wine | 50.88 | -0 |
| Ewe carcass | 15.03 | 0 |
| Mast | 456.7 | 0 |
| Small sail | 215.71 | 0 |
| Large sail | 838.79 | 0 |
| Tumbler of pulque | N/A | N/A |
| Jar of pulque | N/A | N/A |