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![]() Coimbra (KAP) Há uma tentação cómoda, e como todas as tentações cómodas, é falsa. A de escrever como se a guerra que hoje nos cerca tivesse começado no dia em que SMR José Pacheco resolveu falar dela, a 8 de abril, ou no dia em que lhe puseram a coroa sobre a cabeça, a 16 de janeiro. Não começou aí. O discurso veio no fim. A coroa veio tarde. O que nos trouxe até aqui começou antes, e começou com ele. Porque Dom José Pacheco não apareceu vindo de fora para encontrar um Reino em chamas. Durante os últimos dois anos esteve sentado demasiado perto de cada uma das portas por onde o fogo entrou. Primeiro como Conde de Lisboa, depois como figura maior na segurança do Reino, depois como Senescal, e agora como Rei. Se quiser julgar-se o seu reinado, convém não começar no trono. Convém começar no rasto. Basta reler a entrevista de 20 de julho de 1472. Ali já estava o método inteiro, ainda que embrulhado em linguagem de homem moderado. Pacheco elogiava a pluralidade das candidaturas, mas não resistia a reduzir adversários a gente que queria “poleiro”, a falar em “espantalhos”, a distribuir “total desconsideração” a quem lhe tocava no nervo. Parece detalhe de temperamento. Não é. É política. É o velho hábito lisboeta de chamar ruído ao desacordo e de tratar a divergência como coisa menor até ao momento em que convém tratá-la como perigo. Depois veio o mar. E aí a conversa deixou de ser estilo e passou a ser consequência. Quando, no início de 1473, o Porto respondeu à chamada crise de segurança, a pergunta lançada a Lisboa era muito simples e continua sem resposta satisfatória: quantos navios de guerra de Lisboa foram enviados para o norte de França, que acordo foi feito, por quem, e em nome de quem. Não falo aqui de boatos de taberna. A própria KAP registou que viu provas de que, a 16 de novembro, duas carracas lisboetas, Black Drakken e Einherjar, afundaram o mercante portuense Your Spirit in the Sky, e que no dia seguinte essas embarcações e outras foram afundadas em combate no norte de França. Ou seja, quando hoje se tenta vender a guerra como fatalidade caída do céu, convém lembrar que Lisboa já andava havia muito a meter os pés num conflito que não era português, e que Pacheco era então o principal rosto político desse condado. Em vez de explicar, escolheu outra coisa. Escolheu a narrativa. Na entrevista de 30 de janeiro de 1473, foi o próprio José Pacheco quem ajudou a fixar a moldura moral que ainda hoje envenena tudo. Disse que o apoio do Porto à ONE arrastara Portugal para uma guerra internacional com a França. Pediu imparcialidade à imprensa enquanto escolhia quais interlocutores considerava aceitáveis. Falou como homem prudente, mas falou também como homem que já tinha decidido o enredo: Lisboa de um lado, os suspeitos do outro, e o Reino inteiro obrigado a caber nessa simplificação. O problema não é que quisesse combater um adversário. O problema é que começou aí a confusão entre Lisboa e Portugal, entre a linha de uma fação e o interesse nacional. Poucos meses depois, a 1 de abril de 1473, chegou a Senescalia. E com ela veio a oportunidade de provar que o homem do diálogo existia também quando tinha poder sobre rito, prazo, votação e honra. Não provou. O episódio do “tempo hábil”, em maio, ficou como uma dessas pequenas operações formais que dizem mais sobre um regime do que cem manifestos. Uma votação empatada, quatro vozes afastadas da contagem, sanções a nobres portuenses, e o resultado político exatamente oposto ao prometido: não houve pacificação nenhuma, houve a confirmação de que a regra podia ser usada como ferramenta. Quando uma regra não produz confiança, produz alerta. E um Reino em alerta permanente não está em paz; apenas aprendeu a viver de punhos cerrados. Daí em diante o hábito piorou. Sob a presidência de Pacheco na Corte dos Nobres, foi-se normalizando a ideia de que retirar títulos, fechar portas e esvaziar representação podia ser tratado como rotina administrativa. Não é o Senescal quem arranca o título com a própria mão, bem sei. Mas num Reino feudal e constitucional, quem conduz o mecanismo, escolhe o ritmo e dá forma ao procedimento nunca é inocente. E quando a exceção passa a repetir-se, deixa de ser exceção. Passa a ser método. O Norte deixou de ver a Corte como casa comum e começou a vê-la como aparelho. E a distância entre Reino de Portugal e Reino de Lisboa deixou de ser caricatura de opositores para se tornar uma descrição incômoda. Entretanto, lá fora, a conta crescia. A imprensa internacional foram mais claras do que muitos portugueses quiseram ser. Falaram de silêncio monárquico como consentimento. Falaram de um Portugal que, quando a situação se tornava ilegível, não a esclarecia: alargava-a. Falaram de um país em que a guerra das armas já vinha acompanhada da guerra das versões, e em que Lisboa preferia ocupar o papel de bastião moral enquanto perdia terreno, portos, crédito e margem de decisão. Essa leitura pode irritar. Mas irrita porque toca no nervo certo. Hoje, quando Castela declara estado de guerra, a Catalunha chama à leva e a própria França escreve Portugal como se fosse mais uma frente da sua cruzada continental, vê-se o tamanho da obra. A fratura portuguesa deixou de ser portuguesa. E isso não aconteceu porque um dia, de repente, o mundo enlouqueceu à volta de Lisboa. Aconteceu porque durante dois anos Lisboa, com Pacheco no seu centro político, confundiu influência com alcance, moralismo com governo e exceção com regra. Mexeu onde não conseguia sustentar, falou como se mandasse mais do que mandava e, quando chegaram as consequências, tentou rebatizá-las de resistência. É por isso que o discurso de 8 de abril falha, e falha antes mesmo de se entrar nas suas frases mais inflamadas. Não porque seja tarde apenas. É mais grave do que isso. Falha porque quer apresentar como resposta aquilo que é continuidade. O homem que hoje fala de dignidade, liberdade e invasor é o mesmo que, como Conde de Lisboa, deixou o Reino entrar numa lógica de guerra estrangeira; o mesmo que, como Senescal, ajudou a transformar procedimento em arma; o mesmo que, já Rei, passou dois meses e meio a dar ao país um decreto de nomeações, outro de veto nobiliárquico e um silêncio impossível de defender em plena guerra. O ponto é simples: se Portugal chegou a esta situação, não foi apenas por causa dos inimigos que tem. Foi também por causa do homem que agora se oferece como seu salvador. José Pacheco não caiu do céu sobre a ruína. Vinha do coração dela. Daqui para a frente cada um dirá o que quiser. Haverá quem continue a preferir o conforto dos comunicados, a música das bandeiras estrangeiras e a velha preguiça de confundir Lisboa com a pátria inteira. Eu fico com as datas. Julho de 1472. Novembro de 1472. Janeiro de 1473. Abril de 1473. Maio de 1473. Dezembro de 1473. Janeiro de 1474. Abril de 1474. Quem quiser perceber o que foi feito ao Reino não precisa de profetas. Precisa apenas de memória. Brigal para a KAP de PORTUGAL. ![]() _____________________________________________________________________________________ Artigo Jornalístico aprovado pelo Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. O que está achando dos nossos artigos e materiais publicados? Quer ser um Redator e fazer parte da Nossa Equipe? Pegue aqui o modelo de Formulário. Apresente o formulário na Sede da KAP Portugal ou envie o formulário, através de Mensagem Privada no Fórum 1, para o Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. Quer fazer valer a tua voz? Precisa de Direito de Resposta? Apresenta o pedido na Sede da KAP Portugal ou na KAP Internacional. Tens alguma violação à Carta da KAP para denunciar? Compareça na KAP Internacional e deixa tua denúncia. Ohh, não conheces a Carta da KAP? Leia a nossa Carta na Sede da KAP Portugal. ![]() Lisboa (KAP) A guerra em curso no Reino de Portugal ultrapassou definitivamente as suas fronteiras e assumiu dimensão continental, conforme demonstram os recentes comunicados oficiais emitidos pela Coroa de França, pela Coroa de Castela e Leão e pelo Principado da Catalunha. Os documentos, publicados entre os dias 7 e 8 de abril de 1474, revelam uma crescente convergência política e militar entre reinos europeus diante da atuação da organização ONE – Ordo Negrum Equites e de seus aliados. Em comunicado solene intitulado Fratris in Armis, a Coroa francesa reconhece a expansão do conflito para além do território português, destacando que as ações da ONE já impactam diversas regiões da Europa, tanto por terra quanto por mar. O documento confirma o envolvimento direto de forças francesas no teatro português e reafirma o compromisso da França com a chamada Liga Ibérica, além de reiterar sua aliança com Castela. A França também fez referência explícita à situação em Portugal, saudando a resistência conduzida a partir de Lisboa e caracterizando-a como expressão legítima da soberania nacional. O conflito é descrito, no texto, não apenas como uma disputa militar, mas como um embate entre duas concepções opostas: de um lado, a violência e a dominação; de outro, a liberdade, a cooperação e a dignidade. O posicionamento francês reafirma apoio contínuo, militar, logístico e estratégico. aos reinos que se opõem à atuação da ONE. Na mesma linha, a Coroa de Castela e Leão formalizou a declaração de Estado de Guerra, após relatar uma série de incidentes considerados violações diretas de sua soberania territorial e marítima. Entre os pontos destacados, estão a presença de forças beligerantes em território castelhano sem autorização, o fechamento de portos por autoridades do Porto a navios castelhanos, bem como ações militares atribuídas à ONE e seus aliados nas águas do Atlântico e do Estreito de Gibraltar. Castela também confirmou ter recebido um ultimato de Justinian, representante da ONE, exigindo a retirada de tropas francesas de seu território sob ameaça de represálias. A resposta, segundo o comunicado, foi categórica na recusa, reafirmando a manutenção da aliança com a França e a disposição de enfrentar conjuntamente a ameaça. A invocação formal do artigo 5º da Liga Ibérica evidencia o reconhecimento de uma agressão externa e a necessidade de resposta coletiva. O desdobramento mais imediato dessa invocação veio com o pronunciamento do Principado da Catalunha, cuja soberana confirmou a adesão ao chamado de Castela. Em seu comunicado, a liderança catalã reconhece a gravidade dos acontecimentos e enquadra a atuação da ONE e de seus aliados, incluindo forças associadas ao Reino da Irlanda e aos condados de Porto e Coimbra, como uma ameaça direta à estabilidade regional. A Catalunha anunciou, assim, a mobilização de suas estruturas militares e civis, convocando nobres, autoridades locais e a população para a organização logística e para a incorporação às forças armadas. O documento reforça o caráter vinculante dos compromissos assumidos na Liga Ibérica e afirma que o Principado não permanecerá inerte diante de agressões a seus aliados, adotando postura ativa na defesa da integridade territorial comum. Os três comunicados convergem em pontos centrais: a caracterização da ONE como agente desestabilizador, a reafirmação das alianças regionais e a interpretação do conflito como algo que transcende disputas locais, configurando-se como uma questão de equilíbrio político e soberania no continente europeu. Com isso, o cenário da guerra se amplia de forma significativa. O que inicialmente se apresentava como um conflito concentrado em território português passa a envolver, de maneira cada vez mais explícita, múltiplos reinos e estruturas de poder, elevando o nível de tensão e indicando a possibilidade de uma escalada ainda maior nas próximas semanas. A Kingdoms Associated Press continuará acompanhando os desdobramentos internacionais do conflito, à medida que novas posições oficiais e movimentações militares forem sendo confirmadas. Augusto Bibiano d'Avis, para a KAP de PORTUGAL. ![]() _____________________________________________________________________________________ Artigo Jornalístico aprovado pelo Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. O que está achando dos nossos artigos e materiais publicados? Quer ser um Redator e fazer parte da Nossa Equipe? Pegue aqui o modelo de Formulário. Apresente o formulário na Sede da KAP Portugal ou envie o formulário, através de Mensagem Privada no Fórum 1, para o Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. Quer fazer valer a tua voz? Precisa de Direito de Resposta? Apresenta o pedido na Sede da KAP Portugal ou na KAP Internacional. Tens alguma violação à Carta da KAP para denunciar? Compareça na KAP Internacional e deixa tua denúncia. Ohh, não conheces a Carta da KAP? Leia a nossa Carta na Sede da KAP Portugal. ![]() Lisboa (KAP) Sua Majestade Real, D. José Pacheco, dirigiu-se oficialmente à nação no dia 07 de abril de 1474, em seu primeiro pronunciamento público sobre a guerra desde a ascensão ao Trono de Portugal. A comunicação, redigida no Paço da Ribeira, marca um momento relevante no atual cenário do conflito, ao apresentar, de forma institucional, a posição da Coroa diante dos acontecimentos que têm afetado o Reino. No documento, o Monarca justificou a ausência de manifestações anteriores com base na prioridade conferida, nos primeiros momentos do reinado, às questões militares e logísticas, consideradas essenciais para a defesa do território em um período descrito como “extremamente delicado”. Segundo o texto, apenas agora haveria condições para um posicionamento público mais amplo e estruturado. O pronunciamento afirma de maneira inequívoca que “o Reino de Portugal está em guerra”, caracterizando o conflito como inevitável diante das condições que, segundo a Coroa, teriam sido impostas ao Reino. Entre elas, a submissão à vontade do grupo estrangeiro ONE – Ordo Negrum Equites, a construção de capacidade naval voltada a ações externas e o apoio a ofensivas contra outros reinos e populações. Tais exigências são descritas como incompatíveis com a soberania portuguesa, sendo rejeitadas pelo Monarca sob a afirmação de que o Reino não se submeteria a qualquer forma de domínio externo. A comunicação também apresenta uma leitura dos eventos recentes nos Condados do Porto e de Coimbra, apontando que o grupo ONE teria se instalado inicialmente no Porto e, posteriormente, expandido sua influência para Coimbra, estabelecendo, segundo a Coroa, centros de poder com forte componente marítimo. Nesse contexto, Lisboa é apresentada como o núcleo de resistência institucional, mantendo-se, nas palavras do Rei, firme na recusa a qualquer forma de submissão. Apesar de reconhecer que parte dos portugueses teria aderido ao movimento opositor, o documento destaca que a maioria da população dos três Condados teria se unido sob a bandeira da resistência, configurando, segundo o Monarca, a expressão mais autêntica da identidade nacional. O texto enfatiza valores como dignidade, honra, liberdade e legalidade, apresentados como fundamentos do posicionamento da Coroa. O pronunciamento também registra, de forma expressa, a presença de apoio internacional, com destaque para a participação de forças estrangeiras ao lado de Lisboa, mencionando, em particular, a cooperação com reinos aliados e a presença de contingentes franceses no território português. A Coroa manifestou gratidão formal por esse apoio, classificando-o como essencial no contexto atual. Em tom mobilizador, o Rei dirigiu-se diretamente aos cidadãos dos Condados do Porto e de Coimbra, incentivando manifestações contrárias ao domínio estrangeiro, bem como convocou todos aqueles dispostos a integrar o esforço de resistência. A comunicação encerra-se com um apelo à união nacional e à continuidade da luta, apresentada como necessária para a preservação da soberania e da autonomia do Reino. Até o momento, não houve respostas oficiais de outras lideranças políticas ou militares em reação ao pronunciamento. A Kingdoms Associated Press seguirá acompanhando os desdobramentos institucionais e políticos decorrentes desta manifestação, considerada um marco no posicionamento público da Coroa desde o início do atual reinado. Augusto Bibiano d'Avis, para a KAP de PORTUGAL. ![]() _____________________________________________________________________________________ Artigo Jornalístico aprovado pelo Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. O que está achando dos nossos artigos e materiais publicados? Quer ser um Redator e fazer parte da Nossa Equipe? Pegue aqui o modelo de Formulário. Apresente o formulário na Sede da KAP Portugal ou envie o formulário, através de Mensagem Privada no Fórum 1, para o Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. Quer fazer valer a tua voz? Precisa de Direito de Resposta? Apresenta o pedido na Sede da KAP Portugal ou na KAP Internacional. Tens alguma violação à Carta da KAP para denunciar? Compareça na KAP Internacional e deixa tua denúncia. Ohh, não conheces a Carta da KAP? Leia a nossa Carta na Sede da KAP Portugal. 18/03/1474 Eleição para o Conselho de Condado de Coimbra: LVX recolhe a maioria absoluta dos assentos.LISBOA (KAP) - A lista Legio VictriX obtém mais votos na eleição para o Conselho de Condado de Coimbra, obtendo a maioria absoluta dos assentos. Deste modo, poderá governar sozinha.
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| Product | Price | Variation |
| Loaf of bread | 4.56 | -0.28 |
| Fruit | 9.92 | 0 |
| Bag of corn | 3.7 | 0.87 |
| Bottle of milk | 9.48 | 0.11 |
| Fish | 20.26 | 0.06 |
| Piece of meat | 12.25 | 0.13 |
| Bag of wheat | 10.89 | -0 |
| Bag of flour | 12.88 | 1.64 |
| Hundredweight of cow | 20.53 | 0.33 |
| Ton of stone | 10.44 | -0 |
| Half-hundredweight of pig | 15.41 | 0.05 |
| Ball of wool | 10.86 | -0.14 |
| Hide | 16.32 | -0.06 |
| Coat | 49.5 | 0 |
| Vegetable | 9.38 | -0.18 |
| Wood bushel | 4.19 | 0.08 |
| Small ladder | 20.18 | 0 |
| Large ladder | 68.02 | 0 |
| Oar | 20 | -0 |
| Hull | 36.49 | 0 |
| Shaft | 8.16 | -0.14 |
| Boat | 99.33 | 0.63 |
| Stone | 18.32 | -0.11 |
| Axe | 150.74 | 0 |
| Ploughshare | 38.44 | 0 |
| Hoe | 30 | 0 |
| Ounce of iron ore | 11.52 | 0.2 |
| Unhooped bucket | 21.88 | 0 |
| Bucket | 37.73 | 0 |
| Knife | 17.89 | 0 |
| Ounce of steel | 49.04 | -0.06 |
| Unforged axe blade | 53.91 | 0 |
| Axe blade | 116.44 | 0 |
| Blunted axe | 127.79 | -2.51 |
| Hat | 53.38 | 0.08 |
| Man's shirt | 119.57 | 0.12 |
| Woman's shirt | 121.14 | 0 |
| Waistcoat | 141.4 | 0 |
| Pair of trousers | 74.61 | -0.09 |
| Mantle | 257.82 | 0 |
| Dress | 265.04 | -0.2 |
| Man's hose | 45.63 | -0 |
| Woman's hose | 44.32 | 0 |
| Pair of shoes | 27.53 | -0.01 |
| Pair of boots | 86.57 | 0 |
| Belt | 45.2 | -0 |
| Barrel | 12.02 | 0 |
| Pint of beer | 0.82 | 0 |
| Barrel of beer | 66.51 | 2.5 |
| Bottle of wine | 1.66 | 0 |
| Barrel of wine | N/A | N/A |
| Bag of hops | 19.34 | 0 |
| Bag of malt | 10 | 0 |
| Sword blade | 101.19 | 0 |
| Unsharpened sword | 169.69 | 0 |
| Sword | 146.48 | -0.07 |
| Shield | 36.91 | 0 |
| Playing cards | 73.55 | -0 |
| Cloak | 180.72 | 0 |
| Collar | 68.35 | -0.06 |
| Skirt | 135.35 | 0 |
| Tunic | 222.36 | 0 |
| Overalls | 115.73 | 0 |
| Corset | 117.2 | 0 |
| Rope belt | 53.86 | 0 |
| Headscarf | 60.73 | 0 |
| Helmet | 164.91 | 0 |
| Toque | 48.61 | 0 |
| Headdress | 79.65 | 0 |
| Poulaine | 64.02 | 0 |
| Cod | 11.36 | 0 |
| Conger eel | 12.81 | 0 |
| Sea bream | 18.31 | 0 |
| Herring | 17.43 | 0 |
| Whiting | 17.42 | 0 |
| Skate | 12.16 | 0 |
| Sole | 18.11 | 0 |
| Tuna | 12.51 | 0 |
| Turbot | 18.02 | 0 |
| Red mullet | 16.53 | 0 |
| Mullet | 12.47 | -0 |
| Scorpionfish | 20.5 | 0 |
| Salmon | 16.51 | 0 |
| Arctic char | 12 | 0 |
| Grayling | 14.77 | 0 |
| Pike | 17.6 | 0 |
| Catfish | N/A | N/A |
| Eel | 15.09 | 0 |
| Carp | 17.98 | 0.03 |
| Gudgeon | 17.68 | -0.04 |
| Trout | 17.51 | 0 |
| Pound of olives | 13.38 | 0 |
| Pound of grapes | 9.18 | 0 |
| Sack of barley | 10.67 | 0 |
| Half-hundred weight of goat carcasses | 18.99 | 0 |
| Bottle of goat's milk | 12.81 | 0 |
| Tapestry | 143.6 | 0 |
| Bottle of olive oil | 121.94 | -0 |
| Jar of agave nectar | N/A | N/A |
| Bushel of salt | 19.89 | 0 |
| Bar of clay | 3.43 | -0 |
| Cask of Scotch whisky | 93.32 | -0 |
| Cask of Irish whiskey | 131.27 | 0 |
| Bottle of ewe's milk | 10.57 | 0 |
| Majolica vase | 10 | 0 |
| Porcelain plate | N/A | N/A |
| Ceramic tile | N/A | N/A |
| Parma ham | 84.97 | 0 |
| Bayonne ham | 34.65 | -0 |
| Iberian ham | 70.28 | 0 |
| Black Forest ham | 54.72 | 0 |
| Barrel of cider | 51.16 | 0 |
| Bourgogne wine | 76.22 | 0 |
| Bordeaux wine | 60.89 | 0.31 |
| Champagne wine | 141.21 | -5.25 |
| Toscana wine | 33.69 | 0 |
| Barrel of porto wine | 87.44 | 0 |
| Barrel of Tokaji | 163.71 | 0 |
| Rioja wine | 159.19 | 0 |
| Barrel of Retsina | 36.79 | -0 |
| Pot of yoghurt | 85.17 | -0 |
| Cow's milk cheese | 77.07 | 0 |
| Goat's milk cheese | 85.06 | 2.5 |
| Ewe's milk cheese | 52.26 | 0 |
| Anjou wine | 50.88 | -0 |
| Ewe carcass | 15.03 | 0 |
| Mast | 456.7 | 0 |
| Small sail | 215.71 | 0 |
| Large sail | 838.79 | 0 |
| Tumbler of pulque | N/A | N/A |
| Jar of pulque | N/A | N/A |